quarta-feira, 30 de abril de 2014

 A Igreja Assembleia De Deus em Santa Cruz está muito feliz com o Gestor Joel José de Souza!




                                    Domingo na casa do Diácono Gilderlan! com o Cantor Joel

terça-feira, 22 de abril de 2014

TIRAI A PEDRA

                                                
    Na cidade de Betânia , que em grego significa: Casa de tâmaras;  numa vila que ficava cerca de 15 estádios (cada estádio aproximadamente valia 177,6 metros) de Jerusalém, jazia enfermo um amigo de Jesus. Marta e Maria, irmãs do enfermo mandaram chamar o Mestre, mas não foram atendidas como esperavam, pois a presença do Mestre era indispensável para que o milagre acontecesse.
    Quando o Mestre  chegou Lázaro já estava enterrado. Jazia no túmulo há quatro dias. Causa perdida. Impossível aos olhos humanos. O Senhor que tudo sonda (Sl 17.3;139.1; Pv.21.2;Ap.2.23) disse: 'Eu sou a vida e a ressurreição.Tirai a pedra'. Certamente muitos que ali estavam já haviam presenciado os milagres que Jesus  operara. Ele dera vista a cegos, pôs de pé paralíticos, multiplicou pães e peixes etc.Porém, agora a causa era maior: o defunto estava em estado de putrefação, ou seja,  havia perdido suas defesas e começou a ser atacado por todos os lados: bactérias, animais e até substâncias produzidas pelo próprio corpo dando início ao processo, onde o cadáver vai ficando escuro e inchado, a pele e os órgãos se desfazendo e o cérebro virando líquido, ou seja,a pele  perde água e resseca, tornando-se amarelada e enrugada. Com o ataque das bactérias, ela fica verde e se dilata. Depois aparecem as bolhas que se rompem, a pele começa a soltar líquidos e, por fim, se desmancha. Era esse o estado de Lázaro.
    Mas Jesus não chega atrasado nem adiantado. Ele só chega na hora certa, e para Ele não importa o estado ou a dimensão do problema; Ele quer ver  a nossa fé.'Tirai a pedra', foi o que Ele disse. Pedra da indiferença, pedra da desconfiança, pedra da acomodação, pedra da incredulidade, pedra da miséria emocional...
    Naquele momento, o Mestre pediu que O levassem até o túmulo. Ao contemplar o sofrimento dos que ali estavam, ELE CHOROU. Significa que Ele sofre quando nós estamos sofrendo, Ele sabe o tamanho da nossa dor porque Ele se coloca em nosso lugar...Ele sabe o que você está passando agora nesse exato momento...Ele se incomoda, sim! A Bíblia diz que o povo ficou surpreso quando viu Jesus verter lágrimas. Isso prova de que não conheciam o Mestre. Nós também não O conhecemos como deveríamos. Ele todos os dias tem demonstrado Seu amor para a humanidade, que O ignora. Mas Deus  prova o Seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores ( Rm 5.8).
    Tirai a pedra. Era para homens fazer. Àquilo que é pra você fazer, Ele não faz. Ele só pede o que está ao nosso alcance...É isso mesmo. Não nos prova além das forças. Ele sabe quanto podemos suportar.'Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados  e vos aliviarei. Tomai o meu jugo...que é suave e o meu fardo é leve (Mt 11.30).Foram apresentar dificuldades: ' Senhor, cheira mal'. Ele não questionou a esse respeito, apenas pediu que  a pedra fosse tirada.

  1. Pedra da indiferença: ' Se Ele quiser, pra mim tanto faz! Já é causa perdida...'
  2. Pedra de desconfiança: ' Eu sabia que Ele não ia me atender...Não sou perfeita(o) mesmo. Além disso, Ele não me ama...Não sei pra que vim a esse mundo...'
  3. Pedra da acomodação: ' Pra quê pedir? Se Ele quisesse fazer já teria feito...Por isso, não oro mais.'
  4. Pedra da incredulidade: ' Depois que chegou a esse ponto não há mais volta.Não há mais jeito. Não acredito que Ele vá perder tempo comigo...Desisti, e pronto. O assunto está morto e não falo mais nisso!
  5. Pedra da miséria emocional: 'Desde pequeno(a) tento manter um relacionamento com as pessoas. Todas as vezes as coisas dão erradas. E com Deus não é diferente. Bem que eu tento, mas Ele nem me escuta. Também, se eu fosse Ele, nem perderia tempo com um traste como eu. Nada dá certo. Vou vivendo vegetando. Esse é meu destino.

    Existem ainda outras pedras, mas em nome de Jesus creia e veja a glória de Deus. Saiba  que quando o fardo é muito pesado, a Bíblia diz que o Senhor, dia a dia, leva por nós ( Sl 68.19). Depois da pedra removida, chega a hora do agir de Deus. Jesus ergue sua voz ao Pai e com forte voz ordena: 'Lázaro, vem para fora!' Naquele instante o morto reviveu, e os que ali estavam puderam contemplar mais um milagre, e começaram a dar glória a Deus.
    Jesus mudou? Ele deixou de fazer milagres? Ele é o mesmo. Ele ainda permanece agindo, e quem poderá impedir o Seu trabalhar? Para Deus nada é impossível ( Lc 1.37). Mas, uma coisa é necessária e indispensável, tiremos as pedras.

Irmã Merci                                                                                                                                                   12/04/14

sábado, 19 de abril de 2014

Gestores das IEADPE, em Santa Cruz e Santa Filomena - PE, e o Cantor Joel Filho de Recife/PE. Conjuntos Adoradores de Cristo e Filhos do Rei.




O Deputado Federal, Pastor Francisco Eurico deixa reflexão à Igreja Assembleia de Deus em Santa Cruz - PE




AD - Santa Cruz - PE, Realiza a Inauguração dois órgãos musicais da Igreja.

Gestor Joel José de Souza, apresenta a DEUS, com gratidão dois Órgãos de louvores, realizando a inauguração nesta sexta 18 de abril de 2014. 
O Conjunto: Percussão os Filhos do Rei.
e o Conjunto: Adoradores de Cristo. 
Na ocasião também tivemos a presença do Gestor da IEADPE - Santa Filomena - PE, Pb. Gesmiel, com uma caravana de irmão daquela cidade. Mas, uma vez nos sentimos honrado com o nobre gesto de companheirismo do Pb. Gesmiel da Assembleia de Deus em Santa Filomena - PE. 
Agradece o Gestor Joel da IEADPE -  Santa Cruz - PE. 
A Igreja agradece a presença do nobre Pastor Francisco Eurico, o mesmo como Deputado Federal mencionou o zelo pela Ética que vela a palavra de DEUS, e os Projetos de Leis que vão de encontro ao princípios da instituição que DEUS criou a família. 

domingo, 6 de abril de 2014

DA PALHA DE CANA À MAGISTRATURA - Fonte:ADNEWS.Março.2014

No ADNEWS deste mês (MARÇO/2014), publicamos o Testemunho do Dr. Gilmar Silva, Juiz de Direito da Capital e Desembargador Substituto do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Aqui, publicamos na íntegra o texto que precisamos reduzir para adaptação ao espaço do Jornal.
Foto: Elvis Irineu / RBC
Tudo começou com um sonho da adolescência. Filho de agricultores, nascido em Barra de Guabiraba, no Agreste pernambucano, especificamente na localidade de Sítio Novo, José Gilmar da Silva transpunha as barreiras de sua condição financeira e alimentava o desejo de ser advogado.
Hoje, o Doutor Gilmar é juiz de direito da capital e desembargador substituto, com atuação na área cível. Dono de uma história de dedicação, esforço e superação que é exemplo para muitas pessoas.
A família da qual nasceu era pequena: pai, mãe e três crianças — dois meninos e uma menina. A filha do casal do sítio morreu aos 12 anos, vítima de poliomielite infecciosa. As dificuldades eram presentes, “Vivia morando em casa de taipa, de chão batido, dormindo em rede, numa situação muito precária”, conta.
Quando completou 12 anos, o adolescente Gilmar começou a trabalhar no corte da cana-de-açúcar. “Além de cortar cana, eu trabalhava na roça em casa, todo o serviço de agricultura eu fazia desde criança”, explicou. Trabalhou no corte da cana até os 18 anos.
Devido à infância privada de benefícios e oportunidades, estudar não foi possível. Entretanto, sendo um autodidata, o Ir. Gilmar aprendeu a ler aos 6 anos, com uma cartilha do ABC e depois lendo revistas que conseguia com um vizinho.
Aos 14 anos, duas coisas começaram a mudar em sua história. Em primeiro lugar, a oportunidade de conhecer o Evangelho. “Em 1980, uma irmã chamada Corina trabalhou ao meu lado espalhando cana. Ela contou a história de Jonas para mim e fez o convite para que eu aceitasse Jesus”, narra. Através dele, seus pais se converteram a Cristo. Em segundo lugar, veio a oportunidade de estudar. “A esposa do meu primo, a Mirian, me disse: ‘Gilmar, você já está com 14 anos, você precisa fazer seu curso. Eu gostaria que você entrasse na quarta série’”, revelou. Apesar de não ter as três séries anteriores, o Doutor Gilmar foi um dos melhores alunos daquela turma e ganhou o boletim de conclusão do antigo Ensino Fundamental I.
Para continuar estudando, ele precisava de alguém que o acolhesse na cidade. O Sítio Novo estava distante 6 quilômetros do centro de Barra de Guabiraba, e sem transporte era impossível voltar pra casa após as aulas. “Minha mãe foi falar com um amigo da família. A família dele era numerosa, mas ele disse que, se era para que eu pudesse estudar, o que ele tivesse para os seus filhos seria para mim também. Hoje, eu louvo a Deus por ter usado essa pessoa para me ajudar e a considero como um alicerce”, explica.
Assim, durante os próximos 4 anos, a rotina do adolescente Gilmar foi: trabalhar no corte de cana até as 3 horas da tarde, correr para casa e arrumar-se, ir para a estrada esperar carona até a cidade, dormir na casa do amigo de seus pais e voltar, em um pau de arara, para o trabalho pela manhã bem cedo. “É o que eu chamo de enfrentar dificuldades, enfrentar barreiras, e não esmorecer diante de tamanhas dificuldades financeiras”, declarou o Ir. Gilmar, ao falar do sustento familiar que era exclusivamente daquilo que se cultivava.
Enquanto estudava o antigo Ginásio, hoje Ensino Fundamental II, o Doutor Gilmar conheceu a inspiração para o sonho de fazer Direito. “Eu me espelhava em uma professora de Português, a Ézia. Eu a chamava de ‘a gramática ambulante’, porque ela sabia tudo sobre português, e eu a admirava demais, principalmente por ela ser advogada.” Mas aquele desejo era praticamente impossível. “O meu sonho era ser advogado. Como, eu não sabia”, disse.
Terminando o Fundamental II, aos 18 anos, o Doutor Gilmar foi orientado a ingressar nas Forças Armadas. “Vim ao Recife e ingressei no exército [...] fiz o curso de cabo e fiquei em primeiro lugar numa turma de 86 pessoas [...] No ano seguinte, eu fiz o supletivo porque observava que estava em desvantagem em relação aos meus companheiros que já tinham o Ensino Médio, e alguns até cursavam faculdade.”
Por ter sido o primeiro colocado no curso, o Ir. Gilmar seria promovido e mandado embora. Como não tinha onde ficar no Recife e não queria voltar para o interior, pediu para não ser promovido no primeiro ano. Mas a promoção acabou não acontecendo no segundo ano, e ele ganhou uma licença sem ter pedido. “Eles tinham muito ódio porque eu arregimentava muitos soldados para assistir a um culto. Na época, eu fazia o que a Sarah, hoje, faz”, afirmou, referindo-se ao Intervalo Bíblico, que oADNews apresentou na editoria Jovem da edição de janeiro de 2014.
Tendo que deixar as Forças Armadas, o Doutor Gilmar iniciou uma verdadeira peregrinação. “Eu dormia na casa de um, na casa de outro, procurando emprego, e as portas fechadas.” Além disso, ele perdeu a mãe aos 19 anos. Havia ficado desolado.
Enquanto estava nessa situação, foi acolhido pela família da Ir. Adélia, de Brasília Teimosa, onde ficou cultuando. Conseguiu, através de um amigo, um emprego de vigilante em Boa Viagem. Ficou ali por 3 meses. “Eu passava a noite inteira trabalhando e estudando [...] havia comprado umas apostilas enquanto ainda estava no exército [...] queria fazer vestibular e já havia me inscrito [...] Naquela época era o vestibular unificado através da Covest, eram a Rural, Federal e Católica, mas para Direto havia apenas as duas últimas opções.”
Pediu demissão porque iria fazer as provas do vestibular que, na época, duravam 5 dias. “Eu tinha uma esperança de que poderia passar no vestibular, então pensei: ‘Vou ficar desempregado, vou colocar para segunda entrada, Deus vai abrir uma porta nesse interregno, e eu vou poder pagar a faculdade, se não ficar na Federal’”, contou.
No entanto, calculando que não conseguiria chegar a tempo ao local das provas — que foram realizadas no prédio de Economia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) — saindo de Brasília Teimosa, foi à procura da Ir. Elvira, dos Torrões, que era mãe de um amigo que conhecera no Exército.
No primeiro dia de prova, no caminho, com o filho da Ir. Elvira, encontraram uma irmã estendendo roupa. Ele gritou: “Irmã, ore por esse moço que ele vai fazer o vestibular”. A irmã respondeu: “Não preciso orar porque ele já passou”, relembrou emocionado.
Saiu o resultado. Foi classificado para o curso pago, mas não tinha condições de pagá-lo. Nesse ínterim, a Ir. Elvira o chamou para morar com sua família. Foi a sua segunda mãe. Só deixou aquela casa quando se casou, em 1991. “Foi uma promessa de Deus! Ele havia me dito que iria providenciar uma mãe para mim”, contou, enfatizando que a Ir. Elvira o tratou como um filho.
Enquanto aguardava o mês de agosto, quando entrou na universidade, conseguiu um emprego em uma loja do centro do Recife. Quando as aulas começaram, surgiu um impasse no emprego. O horário do curso era pela manhã. Chegou a ter o trabalho ameaçado, mas, como Deus lhe havia falado, o gerente o procurou depois de uma semana de aula para comunicar a decisão de que ele poderia estudar pela manhã e trabalhar à tarde sem nenhuma redução de salário.
Sempre em busca de suas metas, o Doutor Gilmar não parou de se esforçar e estudar. Primeiro, conseguiu aprovação em bolsas que a universidade concedia. Depois, passou no concurso da Metrorec, onde trabalhou por 7 anos e 2 meses.
Nesse intervalo conheceu a esposa. Aos 26 anos, concluiu o curso de Direito e se casou. Sua avidez por conhecimento o levou ao topo na Metrorec. “Eu fui subindo de nível [...] não havia mais como ser promovido [...] Então, um dia, enquanto trabalhava, uma jovem do Jiquiá passou perto de mim e disse: “Deus vai triplicar o teu salário”, contou, lembrando que afirmou que cria naquela palavra, mas em sua mente sabia que isso não podia acontecer naquele emprego.
“Foi quando saiu o edital para o concurso do Tribunal Regional Federal [...] havia 33 vagas para técnico e apenas 1 para oficial de justiça avaliador, que hoje é de analista”, explicou o Doutor Gilmar. Ele decidiu se inscrever para a vaga de oficial. “Muitos advogados perguntavam se eu estava louco, porque só havia uma vaga, e eu dizia que era a minha”.
O concurso foi bastante concorrido, ao todo 35 mil pessoas se inscreveram. Depois de muito estudo e dedicação, chegaram a prova e o resultado. Dos 210 candidatos aprovados para o cargo de oficial, o Doutor Gilmar foi o quinto. “Todavia, na mesma semana que saiu o resultado, o Tribunal Regional Federal liberou mais cinco vagas. Com uma que já havia, foram seis. Eu era o quinto e entrei na primeira turma. A matemática de Deus é diferente da nossa”, glorificou. “Aí se cumpriu a promessa, o primeiro salário que eu recebi foi três vezes maior do que o da Metrorec”, pontuou.
Continuando em busca dos sonhos e sempre se dedicando aos estudos, o Doutor Gilmar decidiu ingressar na Escola Superior de Magistratura, pretendendo prestar concurso para o cargo de juiz. Em 1997, ele ingressou na magistratura. A primeira comarca em que trabalhou foi no município de Ibirajuba, depois passou por Aliança e, em seguida, São Lourenço da Mata. Nas três localidades, cumpriu-se um sonho que ele tivera. “Eu havia sonhado com militares de estrela que prestavam continência a mim, mas eu não era nem queria voltar a ser militar, e me perguntava como aquilo iria acontecer. E o Senhor cumpriu a promessa em três ocasiões”, afirmou.
Depois da graduação em Direito, o Doutor Gilmar também cursou Administração e fez pós-graduação em Direito Público. Além disso, teve a oportunidade de fazer cursos no exterior, em universidades dos Estados Unidos, do Canadá, de Portugal e da Argentina. E ainda tem projetos de cursar mestrado e doutorado.
As lágrimas que em um e outro momento inundaram os olhos durante a conversa, segundo ele, têm gosto de resultado. “O choro hoje é um choro de emoção, de alegria por aquilo que Deus fez na minha vida”, sorriu.
Ciente de que a sua história tem sido fonte de inspiração para muitos, ele não esquece o dia em que esteve realizando a cerimônia civil de um casamento coletivo, em Macaparana, Agreste de Pernambuco, e notou que um senhor o olhava com grande admiração. “Pensei: ‘Deve ser pela maneira que utilizo a Palavra de Deus em um casamento civil, pela maneira que me preocupo com o ambiente, colocando um fundo musical’”, disse. Entretanto, em um culto de Santa Ceia, no Templo Central, reconheceu, entre os ministros, um conhecido do interior, era o mesmo senhor que o olhava naquele casamento. “Fui falar com ele, e ele perguntou se eu era filho do seu Zé Galego — forma como meu pai era chamado — e se eu era juiz, e se havia feito um casamento em Macaparana, respondi que sim. Foi quando ele disse: ‘Eu cheguei em casa e disse à minha esposa que aquele juiz era o filho de seu Zé Galego, mas ela disse: ‘Não pode ser, ele era cortador de cana, como é que ele pode estar ali como juiz?’ [...] Aí, pra mim, isso é muito forte, porque Deus faz o impossível acontecer’”, concluiu com lágrimas.
Em dezembro de 2013, saiu a publicação que informava a seleção do Doutor Gilmar para compor o grupo dos desembargadores substitutos. “Eu encaro isso como atuação de Deus, foi uma surpresa, mas não muda em nada a minha pessoa, continuo sendo o Ir. Gilmar”, completou o juiz de direito da capital, que também é diácono da IEADPE.
Encerrando este texto, cujo título foi escolhido pelo seu entrevistado, trazemos as palavras do Doutor Gilmar sobre sua atividade na magistratura. “Eu não tenho dúvida de que é a atuação de Deus na minha vida [...] eu consideraria como um ministério mesmo [...] Deus tem se utilizado de cada momento; muitos divórcios deixaram de acontecer porque Deus se utilizou da ferramenta que eu tinha nas mãos [...] casos difíceis de serem resolvidos, e Ele me orientou [...] posso dizer que tenho dormido tranquilo porque o que eu fiz foi fazer justiça”.
FONTE: ADNEWS.MARÇO.2014.

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